Saiba porque Buenos Aires é tão procurada pelos turistas!

Buenos Aires, cidade amada por muitos

A capital argentina, Buenos Aires,  é espetacular. Com atrações turísticas para todos os gostos.  Muitos parques, museus, restaurantes, galerias e marcos históricos. As principais regiões de Buenos Aires são La Boca/San Telmo, Minicentro, Congresso, Recoleta/Retiro e Palermo. Fizemos nossos passeios por região, já que nosso tempo “sempre” é curto.

Regiões de Buenos Aires

La Boca/ San Telmo

La você encontra o famoso Caminito. Bom é realmente uma rua bem pequena, com decoração bem típica. Cheio de restaurantes e lojinhas. Não recomendo que passe no entorno (perigoso para turistas). Dos lugares de Buenos Aires foi o que menos nos agradou. Mas vale a foto clássica. San Telmo vimos apenas da janela do ônibus. Pra quem gosta de feirinhas lá é o lugar. Infelizmente perdemos a estátua da Mafalda porque não dava tempo.

Minicentro

Iniciamos pela Casa Rosada (sede da presidência). Lindo prédio! Aliás, todos os prédios em torno têm uma belíssima arquitetura (como, por exemplo, a catedral Metropolitana – muito bonita). Esses edifícios ficam ao redor da Plaza de Mayo (famosa por suas manifestações). Vale gastar uns minutinhos por lá.

Seguimos a pé para Puerto Madeiro (pertinho dali). No Puerto você encontra a famosa Puente de La Mujer (arquiteto Calatrava) e muitos restaurantes bons. É realmente um lugar agradável para caminhar e curtir a vista dos canais. No mini centro também tem a Calle Florida, famosa por ser point de câmbio monetário (mais embaixo falo sobre o câmbio). A rua, que é um calçadão, é bem movimentada. Se você for trocar dinheiro, provavelmente irá conhece-la.

Congresso

Nessa região fica a avenida 9 de Julio que é bem movimentada e possui corredores de ônibus (considerada a mais larga do mundo!). Nessa avenida fica o Obelisco (monumento pelos 400 anos da cidade).  É legal ve-lo de dia e de noite, pois é todo iluminado. Quando fomos estava enfeitado pro Natal (mais lindo ainda).

Bem pertinho ali está o Teatro Colón. Tivemos o privilégio, por ser a semana natalina, de apreciar uma apresentação da Filarmonica de Buenos Aires. Compramos os ingressos uns dois meses antes pelo site e já havia pouquíssimos lugares, então não espere achar ingressos na bilheteria! Se você não conseguir assistir a um espetáculo o teatro tem visita guiada (por AR$200 eu acho).

Ali por perto encontramos muitos teatro, cinemas, cafés, casas de tango e restaurante (av corrientes é considerada a brodway portenha). Há também o prédio belíssimo do congresso.

Recoleta/Retiro

Essa região me encanta! Nela encontramos A Plaza de San Martin, com árvores esplendidas. A famosa flor metálica (Floralis Generica) fica nessa região. Quando fomos ela não estava abrindo/fechando. Não deixe de conhecer esse marco de Buenos, a flor é gigante e muito bonita, instalada sobre um espelho d’água.

Na região (assim como nos parques de Palermo) há muitos cachorros. A profissão de passeador de cães realmente funciona em BA. É um mais fofo que o outro. O uso de bicicletas também é muito comum nessas regiões. Vc pode se cadastrar no ecobicis e pegar bikes emprestadas sem custo (mas nunca tinha quando queríamos, huahauha).

Pertinho da flor tem o Museu Nacional de Bellas Artes (eu como professora sempre recomendo os museus). Esse em particular me chamou a atenção varias vasos de cerâmica, pintados com perfeição. Mas tem de tudo, desde estátuas até “Monet’s”.

O cemitério da recoleta abriga famosos túmulos, como o de Eva Peron. Os túmulos tem arquiteturas interessantes, mas pra nós foi um passeio bem rapidinho (é só um cemitério).

Palermo

Aqui você faz passeios bem tranquilos durante o dia e tem a agitação dos restaurantes a noite. Recomendo o MALBA – museu de arte latino-americano de Buenos Aires. É um museu bem moderno, com galerias espaçosas e design contemporâneo. Lá encontramos em exposição obras de Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, Anita Malfati e Frida.

Em volta você encontra parques como o 3 de febrero. Tudo é muito lindo nessa parte da cidade. Nós visitamos o jardim japonês e adoramos. É um passeio “zen”. Os bonsais são centenários e tudo é extremamente bem cuidado. Lugar excelente para fotos!

À noite pegue a rua Fitz Roy e tenha a dura tarefa de escolher um restaurante em Buenos Aires. Vá caminhando, para olhar um por um. Nós escolhemos o “Las cabras” e fomos muito felizes. Comida farta e de excelente qualidade (e o melhor de tudo – o preço: AR$320 pra dois)

Trânsito

O trânsito é complicado  em Buenos Aires pelo alto volume de carros e a dificuldade de estacionar, então o carro não é muito útil por lá. Nós optamos pelo transporte público e adquirimos por 25 pesos o cartão que vale para o metro e os ônibus. Compramos um cartão só para nós dois na estação do metrô (acho que dá pra passar até 6 pessoas no mesmo cartão). Para recarregar há vários pontos na cidade. Recarregamos o cartão e já embarcamos no metrô.

Como qualquer metrô de cidade grande você encontra todo tipo de gente. Não achei perigoso, mas é claro que não dá pra dar bobeira. Para usar o ônibus fique atento as tarifas. Existem valores diferentes de acordo com a distância que você irá percorrer. Você pode dizer ao motorista o valor que vai pagar ou o lugar que vai descer (pode dizer o ponto turístico mesmo, tipo “Teatro Colón”) e ele cobrará no cartão de acordo com a distância. Se vc não tiver o cartão precisará de moedas para pagar ônibus. O uso de Taxi é muito comum na capital (já que o valor não é apelativo como no Brasil). Se não tiver muito trânsito vale a pena pegar um. Tem em todo lugar/rua.

 Fazendo o câmbio

Não ter trocado nada no Brasil com certeza foi a decisão mais acertada que fizemos. Trocamos nosso dinheiro em Buenos Aires na CambioMais Brazucas e foi excelente. Acompanhávamos as cotações pelo facebook (em dezembro/2016 pegamos R$1 = AR$5,05). Não é preciso reservar, é só ir até o escritório no calle Florida e realizar a troca. Não pegamos nenhuma nota falsa e o atendente nos deu abertura de conferir nota por nota em um aparelho que mostra se a nota é falsa.

Cédula e moedas Argentinas

A calle(rua) florida tem muitaaasss opções de câmbio. Com certeza vc vai sair de lá com um zumbido no ouvido “câmbio, câmbio, câmbio, câmbio, câmbio……”. Aproveite o dia em que for trocar seu dinheiro para passear pelo calçadão da calle florida. Há muitas lojas de marca, camelôs, lojas de lembrancinhas e cafés. As empanadas enchem as vitrines, mas não deixe para depois, pois no fim da tarde elas acabam! As empanadas variam de 10 a 25 pesos cada.

Comilança

Buenos Aires tem restaurantes muito bons! Desde uma simples empanada até uma deliciosa carne assada, você consegue encontrar por um preço bacana. As bancas de frutas também são bem atraentes, com as caixas bem à mostra. Quando se fala de comida não deixe de provar: empanadas, Dulce de leche, bife de chorizo, choripan, molho chimichurri, helados e os alfajorres.

Para quem quer economizar (ainda mais, já que comer em Buenos Aires já é barato) tem restaurantes de comida por quilo pra levar (estilo marmitex, mas você pega o que quiser). Nesses restaurantes “por 100g” como são chamados a comida é bem parecida com a brasileira e o preço bem acessível (não gastamos nem 15 reais o casal). As pizzas não são como as brasileiras/paulistas, então não vá com grandes expectativas. Esteja preparado para comer muita carne com batata(papas), pois é o que mais tem! As empanadas vão tem seduzir, e tem de tudo quanto é sabor! Fica até difícil escolher. Minha preferida? Todas, rsrsrs.)

Minhas opinião (polêmica hauhauah) sobre algumas marcas famosas: Não sou muito ligada a marca e sim à comida booooa, então havana alfajores nao me encantou e freddo sorvetes não vale o preço. Mas lembrando que é apenas uma opinião!

Ficamos apenas dois dias na capital e com certeza tem muito mais pra ser explorado. Temos por costume comprar em cada cidade especial da viagem uma caneca para nossa coleção. Em Buenos Aires compramos essa da foto nas lojinhas, estilo camelô, da calle Florida.

Se você tiver alguma dica legal deixe nos comentários.

Seguimos viagem para o sul… próxima parada Las Grutas.

 

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